Cada ecrã do Megorix é um componente que se abre e edita. Quando o seu processo pede algo que o construtor não faz, a nossa equipa escreve-o em código — dentro do mesmo sistema.
O critério que seguimos: o que se resolve com entidades, campos, vistas, regras e workflows fica no construtor, porque a sua equipa consegue mexer-lhe depois sem nós. Escrevemos código quando o ecrã ou a lógica pedem o que o construtor não tem — por exemplo:
Os widgets são o código que se vê: componentes React escritos em TypeScript, que substituem a lista, a ficha ou o formulário de uma entidade, aparecem no painel de um registo ou no painel inicial, ou ocupam uma página inteira — no backoffice ou no site público. Usam os componentes de interface do próprio Megorix e bibliotecas já disponíveis, de gráficos, tabelas, Excel, PDF e códigos QR, por isso parecem parte do sistema.
Os scripts são o código que corre no servidor, em JavaScript, num ambiente isolado com limites de tempo e de memória. Correm antes ou depois de uma gravação — e podem recusá-la —, a uma hora marcada, quando acontece um evento ou como passo de um workflow. Cada execução fica registada, com a duração, a memória usada e o erro, se houver.
Uma alteração a um widget é compilada para rascunho, e os administradores experimentam-na em modo de teste antes de chegar à equipa.
Publicar põe o rascunho a funcionar e guarda uma versão. Se uma versão nova trouxer um problema, a anterior pode ser reposta.
Se um widget falhar no ecrã de alguém, o erro fica registado e agrupado por tipo, para o corrigirmos com os detalhes à frente.
Publicar código está reservado aos administradores, e cada alteração fica no registo de auditoria.
O Megorix tem uma API REST com documentação pública e chaves próprias: cada chave age como um utilizador de serviço, pode ter âmbito limitado, prazo de validade e lista de endereços IP autorizados, e obedece às mesmas permissões e regras da aplicação.
Para falar com outros sistemas há ligações configuradas no próprio Megorix — com chave, utilizador e palavra-passe ou OAuth2, e as credenciais cifradas — e webhooks de entrada, que transformam um pedido vindo de fora num evento do sistema, verificado por assinatura ou por chave.
Quer ver isto aplicado ao seu processo?
Isto faz parte do Megorix, a plataforma de gestão que a MegaPC desenvolve e mantém. Aqui contamos como a usamos no sistema da sua empresa; no megorix.com está a apresentação do próprio produto.
Dá. Cada ecrã do Megorix é um widget editável e, quando o construtor visual não chega, escrevemos o que falta em React/TypeScript, sobre a API do Megorix.
Tem. Serve para os ecrãs feitos à medida e para outros sistemas trocarem dados com o Megorix — além da camada de integrações com que ligamos programas como o Sage 50c, o ZoneSoft, o PHC ou o Primavera.
Mistura-se sem conflito: no mesmo sistema há partes montadas no construtor visual e partes escritas à mão, e quem usa o sistema não dá pela diferença.
Os ecrãs, ou widgets, em React com TypeScript; os scripts que correm no servidor, em JavaScript.
Pode. Um script que corre antes da gravação recusa-a com uma mensagem; e, se for marcado como obrigatório, a gravação também é recusada quando o próprio script falha ou passa do tempo.
Pode. Cada publicação de um widget guarda uma versão, e uma versão antiga volta como rascunho, pronta a publicar outra vez.
Tem, pública, com a lista de pedidos e respostas. Cada chave de API respeita as permissões do utilizador de serviço que representa.
O resto do construtor e da plataforma
Conte-nos o que precisa que o sistema faça
Respondemos em 24 horas — com uma proposta ou uma reunião de 30 minutos para a afinar.